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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

MEADOS DE AGÔSTO 2016


Dois dias tem sido, geralmente, o espaço de tempo de que tenho disposto para sair da costumeira habitual. Contingências...

Assim, quando o destino se chama Cerdeira, converter um deles num itinerário ligeiramente vagabundo é, também, uma prática.
Desta vez Viseu, Peso da Régua, Chaves, Vila Real,foi a opção.

- Que tempo bom para viajar! As nuvens escondem o sol.

- Cá está Viseu, a cidade do mítico Viriato, conhecida pela paisagem envolvente, pela História medieval e também, cada vez mais, pelo comércio e indústria da região
Almoçamos no novo Shopping Center Palácio do Gelo - dizem que é uma das melhores “Shopping and Leisure Experiences” do país - e depois, num relance, "damos um giro" pelas principais ruas da cidade que nunca se cansam de mostrar o valioso património milenar, e pelos imensos jardins floridos. 



- É mesmo! Espaços amplos para circular, óptimas zonas de descanso, lojas com marcas e mais marcas, um hipermercado enorme, imenso entretenimento, seis salas de cinema equipadas com material digital de última geração, uma pista de gelo, o Bar de Gelo (único em Portugal), acesso gratuito à Internet  wireless, uma Praça de Restauração, terraços panorâmicos com vista para as Serras da Estrela/Caramulo, espanhóis e "franceses" q.b.!

- Temos que voltar para explorar este "pequeno-grande mundo".

- Igreja da Misericórdia
- Museu Grão Vasco, Fachada da Sé de Viseu e um Pelourinho secular 
- Fonte barroca das três bicas
- Praça da República, com o edifício da Câmara Municipal. Actualmente é palco de eventos e actividades ao longo do ano.

 Porta do Soar

Os poucos vestígios que restam das muralhas são secções isoladas e destituídas de ligações entre si.A Porta do Soar ou de São Francisco é o principal elemento remanescente e foi o eixo fundamental de circulação da cidade. Tem a epígrafe que data a construção do reinado de Dom Afonso V e um brasão com as armas nacionais. A antiga estrutura defensiva da cidade foi constantemente adulterada em benefício da ampliação de espaços civis. 
Anexa à porta, está uma interessante casa civil barroca, o Solar dos Melos.

Lamego, uma cidade pequena, com muitos edifícios elegantes e ricos, provenientes do comércio de Vinho do Porto durante o Séc. XVIII, poderia ser outro local de paragem mas o centro da região demarcada do Douro, conhecida como a capital internacional do vinho e da vinha, Peso da Régua (ou só Régua), foi mais votada entre os viajantes.



Em Peso da Régua há muitas casas senhoriais, pequenos palacetes, grandes quintas rurais de “senhores do vinho”, Igrejas e Capelas ou o Museu do Douro, como riqueza patrimonial. Mas o objectivo da nossa "excursão" consistia apenas em deambular despretensiosamente e registar as lindas paisagens do rio Douro, terraços de vinhedos, oliveiras, as pontes...



As paisagens naturais da região são belíssimas e especiais (o Alto Douro está classificado pela UNESCO como Património da Humanidade), quando vistas quer do próprio Rio Douro quer dos vários miradouros da zona.
Muitos dos Cruzeiros que atravessam o rio partem do seu cais fluvial.
Era também de Peso da Régua que se aventuravam a sair os típicos barcos rabelos de madeira transportando barris de vinho até Vila Nova de Gaia, a fim de envelhecer nas caves. 
A construção dos armazéns da Real Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro (criada  em 1756  pelo Marquês de Pombal), fomentou o desenvolvimento das primeiras “feiras dos vinhos” e contribuiu para a abertura de vários estabelecimentos comerciais, hospedarias, casas de jogo, que fizeram progredir a localidade.

São três as pontes que atravessam o Douro na Régua - uma ferroviária (1872), outra rodoviária (1932) e outra de construção mais recente.


A ponte metálica não só veio aumentar o estatuto de centralidade da Régua como passou a ser um excelente miradouro. 
Devido ao estado de degradação do tabuleiro em madeira, esteve desactivada em 1949 e reabilitada em 2012 só para passeios pedonais e de bicicleta. Foi electrificada para permitir a instalação de iluminação decorativa mas manteve as características originais (pavimento em madeira e pavimento em granito, nos acessos). É uma típica ponte do século XIX que faz parte da chamada “arquitectura do ferro”.

A Ponte Ferroviária da Régua, conhecida por Ponte da Régua, foi construída no âmbito 
da Linha de Lamego, mas como o projecto não chegou a concluir-se, passou a ser usada para transporte rodoviário. A sua construção em alvenaria fez com que se tivesse destacado entre as pontes da época, normalmente construídas em ferro. 


A ponte Miguel Torga atravessa o vale do rio Douro a 90 metros de altura numa zona muito acidentada, junto à Régua. Cruza a linha-férrea do Douro e duas estradas nacionais. Tem um comprimento total de 900 metros (!) com uma plataforma de 26 metros de largura, constituída por um tabuleiro único contínuo. Concluída em 1997, recebeu o Prémio de Engenharia da I Bienal Ibero-Americana de Engenharia e Arquitectura, pela sua inovação e dificuldade tecnológica. Faz parte da A 24 Chaves/Viseu.



Ainda com uma temperatura amenizada pelo céu encoberto, vinhedos e laranjeiras (?) a perder de vista, regressamos à estrada em direcção a Chaves.



Situada junto à saída da A 24, uma imensa área verdejante desperta a curiosidade.
Com vista para a cidade e para a montanha, num ambiente invulgar em tranquilidade, rodeado de um viçoso verdor, o Casino de Chaves, com piscina exterior e esplanadas, domina, sem obstáculos, um panorama invejável.



Junto ao rio Tâmega e a fazer fronteira com Espanha, Chaves, a que os Romanos chamaram “Aquae Flaviae” (o nome do imperador Flávio Vespasiano), seria a próxima paragem.
Em “rodado” apressado, foram revistados os locais de referência turísticos mais habituais:
A torre e um troço da muralha (vestígios do castelo que existiu), a Igreja Matriz de raiz medieval junto da Praça da República, a igreja da Misericórdia na Praça Caetano Ferreira, o Pelourinho na Praça da República erigido no reinado de D. Manuel (com as armas do reino e o brasão de Chaves no capitel e a esfera armilar no topo) e a ponte Romana de Trajano com 12 arcos (no tabuleiro sobre o rio Tâmega existem dois marcos cilíndricos - um que comemora a construção da ponte e outro, o Padrão dos Povos, que dá a conhecer o nome dos 10 povos indígenas da época).



- Já me apetecia comer qualquer coisa. Mais concretamente, umas torradas bem amanteigadas.
- Bem lembrado. Deve haver por aqui (Praça da República) um café com uma boa esplanada...
Porem, depois de algumas “espreitadelas” para o interior dos estabelecimentos, nada convidava a ficar – ambientes tristonhos, sujos, desconfortáveis.
- Talvez as torradas sejam boas...

Não direi que foram as piores, mas a limonada, foi com certeza.

Sem dúvida que os pastéis e o presunto de Chaves, o folar de carne, o cabrito, a vitela, o porco bísaro, o cozido ou a feijoada à transmontana, os milhos à romana e as trutas recheadas com o presunto seriam as iguarias acertadas, mas mais nada é comestível?

A Vortexmag fez uma lista das mais bonitas cidades de Portugal (entre as menos conhecidas), e classificou Chaves em 2 º lugar.
Direi que a história de Chaves se reflecte no seu pitoresco centro histórico - com casas rústicas de cores vivas, comércio tradicional - e que merece uma visita, mas ainda lhe faltam muitas estruturas básicas para cativar.


Algures, a caminho de Vila Real

A noite aproximava-se. 



De regresso a casa, um registo da já descrita Albufeira /barragem do Pocinho e ponte metálica rodo ferroviária ( 17 de Setembro de 2015).




segunda-feira, 12 de setembro de 2016

LANCHAR EM FIM DE TARDE



Lanchar em fim de tarde
Frente à praia, sentada
Numa boa esplanada
Espera-se que retarde

A linda baía de Cascais
 Tem nos Verões de Setembro
Dos anos em que me lembro
Mais e mais barcos no cais

Pés descalços marcam passo
Junto àquele mar brilhante
Que em refluxo vazante
Acrescenta mais o espaço

No fim de tarde em Conceição
De areal amplo e dourado
Local bem frequentado
Termina, soberbo, o Verão 






domingo, 4 de setembro de 2016

SIGNIFICA FRONTEIRA /CONFIM

.
- Significa "fronteira" ou "confim", um nome adequado, já que faz fronteira com seis países: Rússia, Bielorrússia, Polónia, Eslováquia, Hungria, Roménia e Moldávia;
- É o centro geográfico da Europa (“mãe da Europa" como lhe chamam). 
- A seguir à Rússia é o segundo maior país da Europa, com um território que excede os 600 mil quilómetros quadrados (mais ou menos a soma da área da Península Ibérica);
- Com 46 milhões de habitantes, é o sexto país mais populoso da Europa. À frente tem a Rússia, a Alemanha, o Reino Unido, a França e a Itália;
- Recebeu, juntamente com a Polónia, o Euro 2012;



- Foi uma República Soviética até 1991, ano em que conquistou a independência;
- É um país muito plano, conhecido pelas suas terras férteis, sendo a agricultura uma das principais actividades do país;
- Tem o segundo maior exército da Europa, logo a seguir à Rússia;
- Depende fortemente do gás natural que lhe é fornecido pela Rússia com um desconto considerável;
- Em 1986, viveu um dos seus piores momentos com o acidente nuclear em Chernobyl, o único que atingiu o nível 7 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, o maior acidente provocado pelo homem em toda a História.



- A reciclagem de lixo doméstico tóxico ainda está em processos iniciais no país.
- Importa 70% do gás da vizinha Rússia. Segundo a BBC, há quatro membros da União Europeia que consomem gás russo em exclusivo e, para doze membros, o gás russo constitui mais de metade do gás que consomem. 
- Possui cerca de 5% das fontes minerais do mundo.
- Está na lista de povos mais educados e eruditos do mundo. O número de cidadãos com educação superior per capita é maior do que a média europeia. O número de pessoas sem nível superior é muito pequeno.
- Tem uma longa tradição de café preparado de geração em geração.
- É possível comprar medicamentos sem receita médica.
- Necessita de visto para entrar na maioria dos países da Europa.
- A aliança de casamento usa-se na mão direita.
- Construiu o primeiro computador da Europa continental, em 1950.
- Tem a segunda estação de metro mais comprida do mundo com cobertura, wifi gratuita e "licença" para cães, apesar das placas de proibição.


- Odessa é a sua Ibiza
As saunas são uma  tradição que envolvem, além de altas temperaturas, uma pequena surra para activar a circulação e um mergulho na água gelada.




A Ucrânia, claramente!



Um país surpresa, singular, insólito, de contrastes em política e riqueza, aonde nunca fui mas donde, quase diariamente, alguém ucraniano ou não, se tornou seguidor deste blogue e que me despertou a curiosidade para uma Ucrânia que desconhecia.

Vejamos:
Produz aeronaves e navios, camiões e autocarros, automóveis e locomotivas,computadores e equipamentos electrónicos, instrumentos de precisão e máquinas agrícolas, rádio e TV, química, têxteis e variadíssimos artigos de consumo. Rica em recursos naturais com 250 tipos de minerais, explorados apenas em 8000 dos cerca de 20.000 locais existentes, tem possibilidades de produzir óleo e gás sintéticos e combustíveis para motores. Ocupa o quarto lugar no mundo na produção de gás metano donde, depois de transformado, se pode obter o diesel. Possui 20% da produção mundial do manganésio, necessário para fazer aço, tanques e indústria química, além de milhões de toneladas de carvão. É depositária de titânio - o metal do futuro - e de vanádio, para endurecer o aço. Argila, sal de potássio e sal gema abundam numa extensão de 300 km. Diz estar explorando o Mar Negro (nega ser petróleo ou gás) com a ajuda da Rússia em (?).
Mais de 200 espécies de peixes, recursos turísticos infindáveis (recebe mais de 12 milhões de turistas estrangeiros por ano), "Aquífero" potencial de energia da água e um dos centros básicos mundiais da produção de açúcar, são, também, outras enormes riquezas da Ucrânia.

Uff! É de tirar o fôlego!

Pode dizer-se que existem na Ucrânia duas influências culturais diferentes - a ocidental, marcada pelo império polaco e a oriental, onde a maioria das pessoas fala o russo e mantém os laços da antiga metrópole.
Actualmente, a política do governo ucraniano está orientada para promover e reavaliar o seu riquíssimo passado artístico assim como a língua. A música ucraniana tem raízes em tradições orais antigas que relatam os feitos heróicos e as cavalgadas fantásticas dos cossacos. Nas áreas rurais ainda se matem totalmente vivo e o festival de Kiev no final de Maio, é também uma enorme demonstração do folclore ucraniano. 
Existe um sentimento de família muito forte e a ajuda mútua é um princípio de vida. Hospitaleiros, estão sempre prontos e curiosos em relação aos visitantes estrangeiros.


O ovo tem para os ucranianos um grande significado. Simboliza a origem da vida. Depois de ornamentados e pintados de várias cores, cada um se torna particular e são usados como amuletos tanto pelos agricultores, para conseguirem boas colheitas como pelas famílias para obterem protecção.



Como povo predominantemente ortodoxo, o Natal comemora-se de acordo com o calendário juliano e não gregoriano e com muitas representações bíblicas. Do jantar tradicional fazem parte doze pratos tradicionais com destaque para o típico kutia, uma espécie de guisado feito de trigo cozido, acompanhado com sementes de papoila e mel. A Ucrânia orgulha-se da sua herança religiosa; nas igrejas, com estrutura de madeira coberta por abóbadas, lâmpadas e cúpulas, há ícones magníficos, mosaicos, frescos coloridos e manuscritos iluminados. 


Sobre o que recolhi acerca das especialidades da cozinha ucraniana, não me parece que venha a ser apreciadora. E passo a citar algumas: 
Borchtch (sopa feita com repolho branco, beterraba vermelha e outros vegetais); pampouchky (bolo de farinha cozida em água com alho picado e frito depois em bacon);  tovtchenyky (peixe cozido em curto e servido com cebola frita);  kholodets (carne de porco, aves ou pernas de vitela servida com gelatina); holodec (carne fria em gelatina), preparado com alho, cebola, folha de louro, pimenta preta, etc., servido com a raiz, mostarda e vinagre. 



Pelo que acabo de descrever, diria que a Ucrânia é um lugar rico, fantástico, auto-suficiente, invejável, com um solo fértil, reservas de carvão e de minérios de titânio,etc.


Mas é, com certeza, porque tem tudo isso que a situação política, neste momento, está agitada. Confrontos entre o exército e os separatistas pró-russos forçaram os turistas a renunciar a viagens a determinadas destinos do país como a Crimeia. Desde o início dos confrontos já morreram mais cinco mil pessoas. A destruição tornou-se uma realidade nas ruas daquele país.
No interior da Ucrânia, os cidadãos estão divididos. Uns preferem uma aproximação à União Europeia e um afastamento da Rússia, devido a sentimentos de ódio relacionados com a ocupação soviética e outros, muitos de origem russa, querem reforçar a aliança com Moscovo.

                                                                                Manifestantes anti governo

Tudo começou em  Novembro de 2013.  O governo ucraniano, presidido por Viktor Yanukovytch, do Partido das Regiões (pró-russo), suspendeu a assinatura de um acordo de associação e livre comércio entre a Ucrânia e a União Europeia. 
Grande parte dos ucranianos não gostou e veio para a rua manifestar-se. Inicialmente eram, sobretudo jovens universitários mas,em pouco tempo, juntaram-se outros sectores para  expressar "uma vontade de mudar a vida na Ucrânia", alimentados por uma percepção de "corrupção generalizada do governo, abuso de poder e violação dos direitos humanos". Wikipédia
  
As manifestações duraram algum tempo e, em confrontos, morreu cerca de uma centena de pessoas.Esta onda de manifestações ultra-nacionalistas, conhecida como "Euromaidan" terminou com o derrube do governo de Viktor Yanukovytch. Em resposta, os separatistas pró-russos, sobretudo ucranianos habitantes das zonas leste e sul do país, iniciaram depois uma série de protestos. 
                                                                         Em memória às pessoas que morreram

Num referendo, a Crimeia, uma república autónoma no sul da Ucrânia, decidiu que queria ser anexada à Federação Russa. E foi o que aconteceu apesar da Comunidade Internacional não ter reconhecido a decisão. Depois a Ucrânia foi a votos para encontrar o seu novo presidente. Apesar de mais de três quartos dos eleitores terem votado na visão pró-ocidental de Petro Poroshenko, a guerra civil não parou.
O porta-voz do Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, falou,  numa "tragédia humanitária", contabilizando um milhão e 600 mil pessoas forçadas a partir para outras regiões ou países vizinhos. Os que se recusam a partir lutam diariamente pela sobrevivência, sem água, nem electricidade, em Invernos são rigorosos.

«1944», interpretada por Jamala, fala da " história dos Tártaros da Crimeia (povo com uma língua própria, o tártaro da Crimeia, e de maioria muçulmana, a que Jamala pertence) que, durante a II Guerra Mundial, foram deportados por Estaline para a Ásia Central,acusados de serem colaboradores dos nazis.  



A família da cantora foi deportada para o Quirguistão (onde Jamala nasceu) e só regressou à Crimeia após o fim da União Soviética. Em 2001, apenas 12% dos habitantes da Crimeia eram tártaros.
A deportação de 1944 foi um episódio marcante para este povo que já estava a ser subjugado pelos russos há mais de cem anos. No final do século XVIII, em 1783, a Crimeia foi anexada pelo império russo e muitos tártaros começaram a abandonar aquela zona, no Mar Negro, onde viviam e estavam em maioria desde o século XV.

A Crimeia esteve sob domínio russo até 1954, ano em que passou a ser administrada pela então República Socialista Soviética da Ucrânia (que só deixou de ser uma república soviética em 1991).

Receia-se um conflito mundial com o envolvimento activo do Ocidente e da Rússia na Guerra da Ucrânia 
jornalissimo 

Uff, que grande poste! 
Só mesmo para uma grande Ucrânia!




Mas não posso ainda deixar de referir o filme de Sergei Eisenstein,  grande obra-prima, "O Encouraçado Potemkin”, um dos mais importantes da história do cinema.
Baseado em factos reais, representa dois momentos da Revolução Russa de 1905. Impossível assistir a cena das escadarias de Odessa e não traçar um paralelo com a Revolução Euromaidan. “Acontece na vida, acontece na TNT”. O filme é uma pérola da sétima arte e é interessante entender todo o conceito e a ideologia que estão por trás das imagens e como é possível transmitir uma mensagem sem dizer uma palavra.



Imagens Google e videos You Tube