O dia 13 de
Maio de 2017 foi, como referido naquela data, um dia invulgar para o País desde a
visita do Papa Francisco a Fátima para as celebrações do centenário das
Aparições e canonização
de Francisco e Jacinta Marto, até ao Benfica
tetracampião e à conquista, pela primeira vez, do primeiro lugar no Festival
Eurovisão da Canção.
Um ano
depois, no mesmo dia 13 de Maio - 2018 - Portugal organiza o evento do Festival Eurovisão
no Parque das Nações, em Lisboa.
Lisboa, uma cidade “aberta, tolerante,
cosmopolita, vibrante, que acolhe todos", nas palavras de Fernando Medina, presidente da Câmara e o Parque das Nações,
dotado de uma sala de espectáculos com capacidade para dez mil espectadores e espaço para apoio às mais de 40 delegações presentes.
Houve quem recordasse com saudade e orgulho o grande “feito”
da Exposição Internacional de Lisboa de1998, com o maior Oceanário do mundo, etc…
Foto de João Chambel, autor de um blogue de fotografia
Num contexto
de “simplicidade, de despojamento e de beleza – “excelente palco, luzes,
realização e som” – foram-se ouvindo, segundo alguns críticos, “productos descartáveis”
com raras excepções.
Portugal, ao contrário do ano anterior, ficou na última posição
Ou, analisando de outra forma, com Salvador
Sobral na companhia de Caetano Veloso e do pianista Júlio Resende a "Amar pelos dois" novamente, entre um piano, a voz e a emoção, ganhámos outra vez.
"Mano
a mano", o novo single de Salvador, poderia ter sido a canção vencedora.
("Deixa lá o
teu piano namorar a minha voz")
Também Fátima voltou a ser brindada, não com o Papa, mas com um recital
de acção de graças na Basílica da Santíssima Trindade, pelo tenor italiano Andrea
Bocelli, um dos artistas mais apreciados em todo o mundo, prodígio nos anos 90
com mais de 90 milhões de discos vendidos, dez óperas gravadas e vários
álbuns de música popular, tem no curriculum cinco BRIT Awards e três Grammy Awards.
Sob a habitual direcção musical de Carlo Bernini, Bocelli fez-se acompanhar pela pianista francesa Elisabeth Sombart e pela violinista ucraniana Anastasyia Petryshak.
A essência do concerto, "fundamentalmente uma oração" foi partilhada pela fadista Ana Moura, convidada especial de Andrea Bocelli que interpretou “Avé de Fátima”, um dos 11 temas apresentados de música sacra, considerado a assinatura musical mais emblemática do Santuário.
Sob a habitual direcção musical de Carlo Bernini, Bocelli fez-se acompanhar pela pianista francesa Elisabeth Sombart e pela violinista ucraniana Anastasyia Petryshak.
A essência do concerto, "fundamentalmente uma oração" foi partilhada pela fadista Ana Moura, convidada especial de Andrea Bocelli que interpretou “Avé de Fátima”, um dos 11 temas apresentados de música sacra, considerado a assinatura musical mais emblemática do Santuário.
Bocelli, que encerrou as
cerimónias no Santuário de Fátima, teve um gesto imprevisível - ajoelhou-se e acabou por dar uma volta à capelinha das aparições juntamente com os devotos que cumpriam as suas promessas.
Andrea Bocelli rezou na Capelinha das Aparições antes do recital, em
Fátima.
Bocelli
foi recebido com os aplausos dos cerca de 10 mil espectadores e despdiu-se de
igual modo, após ter interpretado várias obras de música sacra
“O recital, patrocinado pela empresa
brasileira Dançar Marketing e pelo Colégio Vértice, é uma oferta ao Santuário
de Fátima e consequentemente aos seus peregrinos, proporcionando um momento de
ação de graças pelo Centenário das Aparições, através da música, que é uma das
mais sublimes formas de oração” -Lusa
O Benfica?
Pois, não ganhou nada. Abriu alas ao FCP
e ficou-se pelo futsal.
Conquistou a quarta Taça de Portugal de
futsal feminino consecutiva (no total de cinco edições), ao vencer o
Novasemente por 3 -1 em jogo disputado
em Gondomar e a Taça da Liga de futsal, ao derrotar o Sporting
por 5-2 numa final realizada no Pavilhão Multiusos, de Sines.
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